Guarulhos: Procon aponta variação de até 567% no preço de material escolar

O Procon/Guarulhos divulgou a pesquisa comparativa de preços de 204 itens de material escolar realizada em seis estabelecimentos comerciais (Armarinhos Fernando, Lojas Glória, Guarulivros, Fênix, Kalunga e Ipanema), entre os dias 4 e 6 de janeiro, que indica variação de preços e reafirma a 
necessidade do consumidor pesquisar bem antes de comprar.O resultado mostra variação de até 567% nos valores de produtos como é o caso do vidro de glitter escolar, da marca Glitter, que oscila de R$ 0,45 a R$ 3,00. Já o lápis preto nº 2 sextavado Premium HB2, da CIS, foi encontrado com preços entre R$ 0,30 e R$ 1,99, equivalendo a uma diferença de até 563%.

O caderno universitário capa dura espiral 200 folhas, 10 matérias, linha High School Musical (referência 12998) da Tilibra apresenta preços oscilando entre R$ 6,50 e R$ 15,90 correspondendo a 145%, enquanto o caderno universitário capa dura espiral 96 folhas, uma matéria, linha verão (referência 11238) da Tilibra pode ser encontrado com valores variando em até 120%, ou seja, entre R$ 2,50 e R$ 5,50.

Segundo a pesquisa, a menor variação de preço foi de 2% constatada no conjunto de caneta hidrográfica com 12 cores comum fina Color da Bic, cujos valores ficam entre R$11,40 e R$ 11,58.

De acordo com o gestor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon/Guarulhos, Jorge Wilson Gonçalves de Mattos, a pesquisa serve como referência da variação de valores nas mercadorias. “O cidadão precisa se conscientizar de que precisa procurar qualidade pelo melhor preço, pesquisando em vários estabelecimentos. Deve também se atentar às promoções, negociar descontos e mobilizar outros pais para que, reunidos, comprem itens no atacado para rateio. Assim se pratica cidadania e se gasta menos,” explicou Mattos.

Outra dica do gestor do órgão de proteção ao consumidor é para o reaproveitamento de materiais. “Pais e alunos podem trocar livros usados com alunos de outros anos e reutilizá-los,” diz Jorge. Ele lembra também de utilizar produtos que sobraram do ano anterior como forma de economia e de promoção da sustentabilidade.

Produtos de higiene para uso coletivo como copos descartáveis, papel higiênico e guardanapos, segundo o gestor do Procon, não devem ser exigidos pelas escolas.


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