Diferenças entre o Voto Branco e o Voto Nulo

Voto nulo e Voto em Branco

Em época de eleições, essa é uma dúvida que aflora em muitos, mas a maioria nem se preocupa em saber a resposta. Ainda mais com tanta gente falando que “votar é importante”, é uma “demonstração de cidadania”, “exercer seu direito de escolha”. No entanto, os votos branco e nulo não deixam de ser também uma forma de escolha.

O voto branco

O voto branco simplesmente é um voto que não vai para nenhum dos candidatos, mas é um voto válido. Ao contrário do que muitos pensam, o voto branco não vai para o candidato com mais votos. Essa é uma crença que surgiu da época dos votos por cédula, quando era fácil fraudar uma cédula em branco durante a contagem para ter o voto de qualquer candidato. O voto em branco registra a vontade do eleitor de não influenciar na decisão, um voto “tanto faz”, de quem não tem preferência mas que se contenta com qualquer candidato.

O voto nulo

Eurico explica sobre voto Branco e Voto nuloO voto nulo tem um papel mais contestador. O voto nulo, ao contrário do branco que significa que qualquer candidato serve, significa que nenhum candidato serve. O voto nulo representa a vontade do eleitor de que nenhum dos candidatos se eleja.
Da mesma forma que um candidato se elege ao conseguir mais de 50% dos votos, se em uma eleição houver mais de 50% de votos nulos, a eleição é anulada e deve ser refeita (dessa vez com outros candidatos).

Existe uma crença por parte da população de que se mais de 50% dos votos forem nulos, a eleição é invalidada e deve ser feita uma nova eleição. Essa crença (da qual eu mesmo fui vítima) foi criada a partir de uma ambigüidade em um artigo do código eleitoral que afirma a nulidade da eleição quando da nulidade de mais de 50% dos votos. Acontece que essa nulidade se refere a votos válidos que venham a ser anulados por fraude ou outro motivo, e não os votos nulos.

Trocando em miúdos

Vemos então que diferente do que as campanhas pregam os votos brancos, e principalmente os nulos representam sim a opinião do eleitor, uma opinião mais acomodada, no caso do branco, ou uma opinião mais radical, no caso do nulo.

Na ocasião em que votos nulos não atinjam 50% (o que normalmente ocorre) Em qualquer situação os votos brancos e nulos têm o papel de aumentar a relevância dos votos válidos. Supondo que 10% da população vote em branco ou anule seu voto, é como se cada voto restante representasse uma fração da população 10% maior.

Exemplificando, em uma população de 150 pessoas com 100 eleitores (nem todos votam), cada voto representa 1,5% da população. Se 20 pessoas (20% dos eleitores) vota em branco, temos 80 votos válidos, e cada voto passa a representar 1,875% da população.

Como vimos, os votos nulos acabam por funcionar como os votos brancos. Isso é uma coisa a se considerar ao escolher o voto nulo. Será que realmente não há candidato que valha ser eleito? Será que não é melhor participar da escolha ao invés de abdicar dela em nome de um protesto vão?

Xingar político virou esporte nacional, mas é bom o povo abrir a cabeça e tentar achar os bons. Repetir frases como “político é tudo ladrão” ou “político nenhum presta” vai melhorar o quê?

Não seja obrigado a votar em quem você não quer no poder!!!

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Quantos vereadores podem ser eleito em Guarulhos?

Veja quantos vereadores serão eleitos em Guarulhos nesta eleição

Em Guarulhos há vagas para 34 vereadores eleitos pelo povo, ou seja, na câmara municipal existem apenas 34 cadeiras para os 34 vereadores que serão eleitos nesta eleição de 2012.

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Quantos vereadores serão eleitos nesta eleição  em Guarulhos

História da Câmara Municipal de Guarulhos

Tudo sobre a Câmara Municipal da cidade de Guarulhos

Do Guarulhos.org

Fundada em 8 de dezembro de 1560, somente em 1880, mais precisamente no Câmara Municipal de Guarulhosdia 24 de março, é que foi emancipada politicamente, sendo elevada à condição de Vila, desligando-se de São Paulo. Contudo, a primeira Câmara só foi constituída em 24 de janeiro de 1881, com a posse de seis vereadores, sendo eles: capitão Joaquim Francisco de Paula Rabello, Francisco Soares da Cunha, Joaquim Rodrigues de Miranda, José de Sant’Anna, Marciano Ortiz de Camargo e José Alves de Almeida Júnior.

O capitão Joaquim Francisco de Paula Rabello foi o primeiro presidente da Câmara e Intendente Municipal, cargo que ocupou ininterruptamente até 1889. Na mesma solenidade também tomaram posse os juízes de paz da Conceição dos Guarulhos, Penha de França e Juquery. Nesse mesmo dia, ainda, o senhor João Teófilo de Assis Ferreira foi escolhido para secretariar a Câmara Municipal, sendo o primeiro funcionário e permanecendo no cargo até o ano de 1885.

E assim a cidade caminhava, construindo seu futuro econômico, político e social a passos lentos, em função da proximidade com a Capital, pois seus habitantes buscavam recursos mais avançados sempre em São Paulo, fato que até os dias atuais dificulta a definição de um perfil para Guarulhos, em que pese sua vantajosa posição econômica e até mesmo populacional. Para se ter uma idéia do quanto a vida passava lentamente por aqui, em 1898 o colégio eleitoral guarulhense era composto por apenas 62 eleitores.Em 1920, esse número cairia para 52.Somente em 1934 Guarulhos ganharia seu primeiro jornal, o “Correio do Povo”, de propriedade de Miguel Parente. Com a promulgação da Constituição de 18 de setembro de 1946, o Município retoma a sua autonomia legislativa. Contudo, o chefe do Executivo continuava a ser nomeado pelo Interventor Federal em São Paulo e em 1948, mais precisamente no dia primeiro de janeiro, foram empossados os novos vereadores.

Endereço da Câmara de Guarulhos

Endereço: R.João Gonçalves, 598 – Centro – Cep 07010-010 

Telefone da Câmara de Guarulhos

Fone: 2475-0200 / Fax 2447-1737
E-mail: diretoriagabinete@camaraguarulhos.sp.gov.br 
Site: www.camaraguarulhos.sp.gov.br

Nome dos atuais vereadores de Guarulhos

Câmara de Guarulhos tem 34 vereadores

Foto dos vereadores de Guarulhos >>

Vereador Partido Votos
ALAN NETO (Antonio Carlos Barbosa Neves) PSC 6.582
VITOR DA FARMÁCIA (Vitor Amódio) PSDC 6.195
GILENO (Girlênio Gomes de Oliveira) PSL 5.879
SILVANA MESQUITA (Silvana Mesquita) PV 5.841
WAGNER FREITAS (Wagner Freitas) PR 5.158
ERALDO SOUZA (Eraldo Souza) PSB 4.936
AURIEL (Auriel Brito) PT 4.916
ENEIDE (Eneide Maria Moreira de Lima) PT 4.888
DR. RICARDO RUI (Ricardo Rui) PPS 4.789
ALENCAR (Alencar Santana) PT 4.541
DR. EDUARDO CARNEIRO (Eduardo Carneiro) PSL 4.460
LAMÉ (Lameh Abdul Rahman Smeili) PT do B 3.977
EDUARDO KAMEI YUKISAKI (Eduardo Kamei Yukisaki) PSDB 3.912
EDUARDO SOLTUR (Eduardo Antonio da Silva Pires) PV 3.746
ULISSES (Ulisses Correia) PT 3.581
ROMILDO SANTOS (Romildo Santos) PSDB 3.506
AMERICANO (Edmilson Sarlo) PHS 3.471
HELENA SENA (Helena Sena) PSC 3.467
TONINHO MAGALHÃES FILHO (Antonio Magalhães Filho) PTC 3.444
ZÉ LUIZ (José Luiz Ferreira Guimarães) PT 3.363
GERALDO CELESTINO (Geraldo Celestino) PSDB 3.287
ZUQUILA ANJO NEGRO DE CUMBICA (Orlando das Graças E Silva) PR 3.220
EDMILSON SOUZA (Edmilson Souza) PT 3.099
PROF. MOACIR (Moacir de Souza) PT 3.095
OTÁVIA (Otávia da Silva Tenório) PRP 3.090
PAULO ROBERTO CECCHINATO (Paulo Roberto Cecchinato) PP 2.964
PROFª. MARISA DE SÁ (Marisa de Sá) PT 2.918
PAULO SERGIO (Paulo Sergio) PV 2.787
DR. JOSE MARIO (José Mario) PTN 2.655
UNALDO SANTOS (Unaldo Santos) PSB 2.615
GUTI (Gustavo Henric Costa) PMDB 2.478
INDIO DE CUMBICA (José Bispo da Cruz Santos) DEM 2.395
LUIZA CORDEIRO (Luiza Cordeiro) PC do B 2.073
NOVINHO BRASIL (Francisco Ferreira Brasil) PTN 1.769

Fonte Câmara Municipal, agosto 2007. http://www.camaraguarulhos.sp.gov.br

Como funciona uma eleição, e o coeficiente eleitoral em Guarulhos

Como funciona uma eleição, e o coeficiente eleitoral no Brasi

Em outubro elegeremos prefeito/a e vereadores/as de nosso município e os partidos precisam definir os candidatos e as candidatas. Dirigentes políticos buscam pessoas de prestígio em sua comunidade ou região para se candidatarem à Câmara Municipal. Nesse momento acende-se uma esperança: “se eu trabalhar bem e for eleito vereador, poderei fazer muita coisa por minha cidade”. Ao conversar com amigos e vizinhos, será estimulada a candidatar-se “porque nossa comunidade precisa de representantes honestos e dedicados como você”. A pessoa sabe que não é fácil se eleger mas o político que a convida diz que ela terá todo apoio do partido, inclusive o custeio do material de campanha. Medidos os prós e os contras, a pessoa conclui “não custa tentar: se eu for eleito, ótimo; se não for, terei feito minha parte para a moralização da política”. O que ela não sabe, é que – com a melhor das intenções! – ela talvez ajude a eleger os mesmos políticos que ela critica. É que a eleição para vereador – bem como de deputados estaduais e federais – depende de se obter o quociente eleitoral. Se você, leitor ou leitora, não conhece este ponto da legislação brasileira, leia o texto a seguir para não se deixar enganar por quem maneja o processo para tirar vantagens pessoais.

Muita gente pensa que as vagas na câmara municipal vão para os candidatos mais votados, mas não é bem assim.

A quantidade de vereadores varia entre o mínimo de 9 ao máximo de 55, conforme a população do município. Muita gente pensa que as vagas na câmara municipal vão para os candidatos mais votados, mas não é bem assim. Um candidato pode ser eleito ainda que receba menos votos do que outro, desde que seu partido atinja o quociente eleitoral. Para entender o que significa isso, imaginemos um município com 6.000 eleitores. Destes, 1.500 deixaram de votar, votaram em branco ou anularam o voto. Ficam, então, 4.500 votos válidos. Como a câmara municipal tem 9 vagas, o quociente eleitoral é 500 votos. (Divide-se o número de votos válidos pelo número de vagas). Ou seja, o candidato que obtiver 500 votos ou mais será eleito vereador nesse município.
Acontece que dificilmente um único candidato recebe votos suficientes para chegar ao quociente eleitoral. Aí entra o partido político: soma-se a votação de todos os candidatos do mesmo partido mais os votos dados para a legenda. A cada soma de 500 votos o partido ganha uma vaga para os seus candidatos. Assim, um partido cujos candidatos receberam ao todo 1.500 votos, tem 3 vagas na câmara municipal. Aí, sim, é considerada a votação individual, pois as vagas do partido são distribuídas conforme a votação. Os candidatos mais votados são diplomados vereadores, ficando os seguintes mais votados como 1º, 2º e 3º suplentes. Já o partido que não tiver pelo menos 500 votos fica sem representantes na câmara municipal. Para preencher as últimas vagas, o número de votos necessários pode ser inferior ao quociente eleitoral. São as “sobras” que vão para os partidos que tenham feito no mínimo um vereador.
Agora vem um detalhe muito importante da lei: ela permite que um partido apresente um número de candidatos até 1,5 vezes superior ao de vagas. No caso das coligações de dois ou mais partidos o número de candidatos pode ser até 2 vezes maior do que as vagas em disputa. Em nosso exemplo, para uma câmara com 9 vereadores, cada partido pode ter 14 candidatos, e cada coligação pode ter 18 candidatos. Isso explica por que os partidos lançam tantos candidatos: quanto mais votos eles trazem, mais chance tem o partido ou coligação de atingir o quociente eleitoral e eleger os candidatos com maior votação individual. E quem serão eles: as lideranças de comunidade, ou políticos profissionais, experientes nas artimanhas eleitorais?
Este é o sistema eleitoral brasileiro. Está em pauta uma Reforma política que proíba coligações em eleições proporcionais. Mas como ela ainda não foi feita, esta é a lei que regerá as próximas eleições, gostemos ou não gostemos dela.

Entenda o que é coeficiente eleitoral

Se você pensa em candidatar-se a vereador/a, ou quer apoiar a candidatura de alguém que você considera merecedor do seu voto, tenha em mente o quociente eleitoral. Se seu candidato não for eleito, sua votação ajudará a eleger outro candidato do mesmo partido ou da mesma coligação. Se esse outro candidato tem o mesmo ideário político e obedece as normas do partido, você terá ajudado a eleger um vereador semelhante ao seu candidato. De certa maneira, será também vitorioso na eleição.

Mais frequente, porém, é a derrota e a frustração de pessoas bem-intencionadas mas desinformadas. Ao se apresentarem como candidatas, elas mobilizam familiares, amigos e vizinhos para a campanha. Terminadas as eleições, elas percebem que sua votação só serviu para engordar o quociente eleitoral do partido ou da coligação… Descobrem, tarde demais, que eram apenas “candidatos alavancas”.
É evidente que os cristãos leigos e leigas podem e devem participar de campanhas eleitorais, mas é preciso que essa participação tenha em conta as regras do processo eleitoral e os propósitos da candidatura. Voto para vereador/a não se “perde”, porque conta como legenda para o partido escolhido. Não esquecer que o voto vai primeiro para o partido e só depois para o candidato.

Clique no link em azul abaixo e veja um exemplo parecido:

http://migre.me/9xEW0

Teste o seu entendimento

Agora que você já conhece as regras do processo eleitoral, aplique seu conhecimento à realidade do seu município. Acesse a página do TSE: http://www.tse.jus.br/. Faça uma pesquisa e responda:
1. Quantos eleitores tem seu município? Qual é o número de vereadores? Dividindo um pelo outro, você saberá qual é o quociente eleitoral.
2. Veja nas eleições de 2008 qual foi a votação dos candidatos eleitos. Algum deles atingiu o quociente eleitoral? Quantos votos individuais teve o mais votado? E o menos votado? Quantos foram eleitos por coligações, e quanto por partidos?
3. Convide outras pessoas a refletirem com você sobre esses números, para avaliarem as chances reais de eleger seu candidato a vereador em 2012. Assim você e sua comunidade poderão fazer diferença nas eleições municipais deste ano. Vamos lá!

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Entenda o sistema eleitoral brasileiro

Como funciona o sistema eleitoral brasileiro

Entenda o sistema eleitoral, o que é coeficiente e coligações

Você sabe como funciona o nosso sistema eleitoral? Sabe por que um candidato a vereador que teve menos votos que outro pode chegar a ser eleito? Por que na sua cidade não tem segundo turno? Por que são feitas as coligações?

Essa são algumas dúvidas de muitas pessoas do nosso país. Não é de se admirar, pois o sistema adotado no Brasil é um pouco complexo e envolve além de operações matemáticas, interesses partidários que podem confundir a cabeça qualquer cidadão. Pois bem, vamos entender como são feitas nossas eleições.

O nosso país adotou dois sistemas de votos, o Majoritário e o Proporcional. O Majoritário é aquele usado nas eleições para Presidente, Senador, Governador e Prefeito. Nesse sistema o candidato que tiver mais de 50% dos votos válidos é o eleito. Vale frisar que nas cidades que tiverem mais de duzentos mil eleitores, nas eleições para presidente e para governador, se o candidato não alcançar os 50% + 1 dos votos válidos será realizado o segundo turno com os dois mais votados, sendo eleito o mais votado.

O sistema proporcional é aquele utilizado nas eleições dos Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores. Esse sistema gera grandes dúvidas, pois considera os votos que o partido ou legenda partidária obteve na eleição. O preenchimento das vagas nas casas legislativas (câmaras de vereadores, câmara dos deputados e assembléia estadual) ocorre através de processo simples, onde primeiro se apura o quociente eleitoral e posteriormente o quociente partidário para se chegar a um primeiro resultado do numero de cadeiras que cada partido terá direito na respectiva casa legislativa.

O quociente eleitoral se encontra dividindo-se o número de votos válidos pelo numero de cadeiras colocadas em disputa para serem preenchidas. Por exemplo, se na cidade tem 8.000 eleitores e 10 cadeiras na câmara de vereadores, o quociente eleitoral, ou o numero de votos necessários para que o partido político obtenha uma cadeira será o resultado da divisão de 8.000 por 10, que será igual a 800. Portanto a cada 800 votos o partido obterá uma cadeira.

O quociente partidário encontrar-se-á através da divisão do número de votos que o partido obteve, suponhamos 2.400, pelo quociente eleitoral que é 800. Temos então que este partido obteve 3 cadeiras na câmara que será preenchida pelos seus candidatos mais votados. Por isso, alguns candidatos com menos votos são eleitos, ou seja, para que completem as cadeiras obtidas pelo seu partido.

A partir daí, surgiram as Coligações que são a união de partidos para que funcionem como se fossem apenas um. Neste caso os votos da legenda serão divididos pelo quociente eleitoral (no exemplo foi 800 votos), dando assim mais chances a partidos pequenos.

Atualmente existe uma grande discussão acerca desse sistema, pois como pudemos entender os votos do partido é que determinam o número de cadeiras e não os votos do candidato eleito. A partir de então se determinou que a cadeira pertence ao partido, não podendo mais o Vereador mudar de partido depois de eleito, sob pena de perder seu mandato, já que a fidelidade partidária deve ser entendida como um princípio básico eleitoral.

Enfim, muitos criticam o nosso sistema eleitoral alegando que ele não é tão justo quanto parece. Nos resta entendê-lo e aguardar soluções. Então, quando for votar no seu vereador procure entender os programas do seu partido e o mais importante, cobre e fiscalize quando for eleito.

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Como funciona uma eleição, e o que é coeficiente eleitoral?

Telefone dos cartórios eleitorais de Guarulhos

Endereço e telefone do cartório Eleitoral de Guarulhos 
Telefone e endereços das Zonas Eleitorais de Guarulhos
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Zona Eleitoral 176ª de GUARULHOS
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Endereço Rua Luis Faccini, 344 2ºandar
Bairro Centro
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 2461-0444//
Fax 2408-1601
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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Zona Eleitoral 185ª de GUARULHOS
Endereço Avenida Moteiro Lobato , 1025
Bairro MACEDO
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 2412-1598/2432-5426/
Fax 2412-1598
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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Zona Eleitoral 278ª de GUARULHOS
Endereço Rua Luiz Faccini, 344
Bairro CENTRO
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 2461-0740//
Fax 2461-0740
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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Zona Eleitoral 279ª de GUARULHOS
Endereço Rua Luiz Faccini, 346 Térreo
Bairro Centro
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 24610556 //
Fax 24610556
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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Zona Eleitoral 393ª de GUARULHOS
Endereço Avenida ÌTALO BRASILEIRO PIVA, 83
Bairro PICANÇO
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 2455-8966/2485-6795/
Fax 2485-6795
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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Zona Eleitoral 394ª de GUARULHOS
Endereço Rua Cariri Açu, 77
Bairro CIDADE JARDIM CUMBICA
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 2412-8918/2412-5871/
Fax 2412-5871
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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Zona Eleitoral 395ª de GUARULHOS
Endereço Avenida João Veloso da Silva, 1272
Bairro CIDADE JARDIM CUMBICA
Cidade GUARULHOS
Telefone (0xx11) 2482-3204/2412-0909/
Fax 2412-0909
Horário de Atendimento 12:00 às 18:00
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