Vila Any e região continuarão sem representante na câmara dos vereadores

Apesar de não ter atingido o suficiente para me eleger, ainda assim agradeço a todos que votaram em mim, portanto, com muito carinho peço que todos recebam o meu muito obrigado. Foi uma pena eu não me eleger para poder retribuí-los trazendo desenvolvimento para nossa região.

Confesso também que por muitas vezes cheguei acreditar que nossa região, elegeria ao menos 2 ou até três vereadores para defender os interesses de nossa região, infelizmente isso não ocorreu, Vila Any e região, perecerá por mais quatro anos, vivendo de migalhas dos vereadores que são de outras regiões e aparecem apenas no período eleitoral,  exploram nosso povo, fazem suas compras e posteriormente desaparecem como sempre, sem nenhuma justificativa.

Ontem, dia de eleição, em frente as escolas, todos puderam constatar mais cabos eleitorais pedindo voto do que propriamente eleitores para votar. A corrupção era a ordem do dia, venceu mais uma vez, o poder de compras na hora do pleito!

O voto é secreto, porém a maioria desconhece isso, por tão pouco, vendem as benfeitorias que poderiam vir para a região para candidatos sem propostas, ou candidatos que nem sequer são da região.

Outro agravante é ter eleito aqueles que lá já estão um, ou vários mandatos na câmara dos vereadores e que nunca fizeram nada de suma importância para a população em geral. Alguns até fazem alguma coisa do tipo: usam espaços mantidos pelo dinheiro públicos para vários fins, outros distribuem leite doados pelo governo, pavimentações que os próprios moradores terão que pagar, etc. Conclusão: não fazem nada que lhe custem trabalho ou gastos do próprio bolso, fazer política assim fica fácil.

A minha satisfação ficou por conta de ver que meus eleitores são fiéis, e mesmo pagos por outros, votaram em mim.

Espero que na próxima eleição, aquele que trabalhar para um candidato qualquer, tenha a plena consciência de que o voto é livre e secreto, seja esperto ganhe seu dinheirinho, porém faça a coisa correta, votando certo em quem tem trabalhos desenvolvidos já no passado, presente e propostas boas, inteligentes e viáveis para o futuro.

Repito mais uma vez, todos aqueles que em mim votaram e até mesmo os que mudaram seu voto para outro, recebam os meus agradecimentos.

Um forte abraço.

Eurico Sena

Lula em Guarulhos

Comício com ex-Presidente Lula na cidade de Guarulhos

Imagens do comício do Almeida

quantas pessoas estiveram no comício do Almeida e Lula

Comício do PT no Pimentas reúne 10 mil

Segundo os organizadores, 10 mil esperavam o ex-presidente Lula no comício pela reeleição do prefeito Sebastião Almeida, na Avenida Jurema, no Pimentas
 
Lula esteve no início da noite em outro comício, em São Paulo, de apoio a Fernando Haddad, na companhia da presidente Dilma Rousseff.
 
Segundo o presidente do PT de Guarulhos, Benedito da Silva, a vinda do ex-presidente estava prevista desde a quarta-feira da semana passada, “e tem o objetivo de fazer o Almeida vencer a eleição já no primeiro turno”.
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que tucano, símbolo do PSDB, é predador. A declaração foi dada durante comício de campanha do prefeito de Guarulhos (SP), Sebastião Almeida, que é candidato à reeleição.
– Eu duvido que tenha um prefeito do DEM, que tenha um prefeito tucano, que possa dizer que eu não tratei eles com respeito (quando era presidente). Mesmo sabendo que tucano tem o bico grande, que é predador, que come ovo de passarinho, eu os tratei com dignidade – disse Lula.
O ex-presidente também afirmou que conseguiu humilhar o Fundo Monetário Internacional (FMI) quando estava no governo federal.
– Parte da minha vida eu fiz carregando faixa contra o FMI. O que mais me orgulha que dois anos depois que cheguei à Presidência da República, nós não devíamos nada ao FMI. E para humilhá-los, nós emprestamos US$ 14 bilhões para eles.
Novamente, Lula falou que a elite do país tem preconceito contra políticos do PT e citou a criação do bolsa-família em seu governo,
– Quando nós criamos o bolsa-família, eles diziam que era esmola. Para quem gastava R$ 80 tomando uísque, era esmola. Mas para uma mãe, com R$ 80, ela sabe levar comida para os seus filhos.

Agência do Fácil no conjunto Marcos Freire

Agência do Fácil no Marcos Freire começa a funcionar no prédio do CIC Guarulhos

Fácil conjuntos Marcos Freire - GuarulhosA agência Fácil Marcos Freire, localizada na ) na estrada do Capão Bonito, 53 (Marcos Freire/Pimentas), no prédio do Centro de Integração da Cidadania (CIC), já está funcionando das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.
Segundo o secretário de Administração e Modernização, Vitor Kleber Almeida Santos, a instalação da nova agência do Fácil na região irá facilitar o atendimento dos moradores, já que a unidade mais próxima era a do Parque Jurema. Vitor salientou ainda que a prestação do serviço da agência é focada na qualidade e no respeito ao cidadão.
A moradora do Marcos Freire, Maria Aparecida Sausanti, foi uma das primeiras pessoas atendidas na nova agência. Ela foi solicitar uma certidão de débitos. Para a moradora, a instalação dos serviços vai facilitar muito a vida dos moradores da região.
Contando com o Fácil Móvel, está é a 12ª Central de Atendimento ao Cidadão.A estimativa de atendimento diário no novo posto é de aproximadamente 100 pessoas, cerca de 2 mil pessoas/mês.

DG

Nome dos Prefeitos de Guarulhos

Lista dos nomes de todos os Prefeitos que já governaram a cidade de Guarulhos

Esta é uma lista de prefeitos de Guarulhos.

  • 2009 até hoje Sebastião Almeida – Eleição Direta
  • 2000 a 2008 Elói Pietá – Eleição direta
  • 1998 a 2000 Jovino Cândido, vice de Nefi Tales – Assumiu quando do afastamento do prefeito
  • 1997 a 1998 Nefi Tales – Eleição direta – Afastado pela justiça e posteriormente cassado pela Câmara Municipal
  • 1993 a 1996 Vicentino Papotto – Eleição direta
  • 1988 a 1992 Pascoal Thomeu – Eleição direta
  • 1983 a 1988 Dr. Oswaldo de Carlos – Eleição direta
  • 1982 a 1983 Dr. Rafael Rodrigues Filho – Como Presidente da Câmara, e face a desincompatibilização do vice-prefeito Oswaldo De Carlos, assumiu em 13 de Maio de 1982, exercendo o cargo até 19 de Fevereiro de 1983.
  • 1977 a 1982 Nefi Tales – Eleição direta, de 19 de Fevereiro de 1977 a 13 de Maio de 1982, quando desincompatibilizou-se para disputar uma vaga à Assembléia Legislativa do Estado. Elegeu-se.
  • 1973 a 1977 Waldomiro Pompêo – Eleição direta, de 31 de Janeiro de 1973 a 30 de Janeiro de 1977.
  • 1970 a 1973 Jean Pierre Hermann de Morais Barros – Nomeado como interventor, pelo Governo Federal. De 14 de Junho de 1970 a30 de Janeiro de 1973
  • 1970 Alfredo Antonio Nader = Eleição direta – Assumiu em 31 de Janeiro de 1970, teve o mandato cassado, com base no AI 13, por Decreto de 13 de Junho de 1970
  • 1966 a 1970 Waldomiro Pompêo – Eleição direta, de 24 de Novembro de 1966 a 31 de Janeiro de 1970
  • 1962 Francisco Antunes Filho vice-Prefeito, substituiu o Dr. Mário Antoneli durante uma licença para tratamento de saúde. De 15 de Outubro de 1962 a 15 de Novembro de 1962
  • 1961 a 1966 Dr. Mário Antonelli – Eleição direta, teve o mandato eletivo prorrogado por mais 1 ano, por Decreto firmado pelo Marechal Castelo Branco, em 23 de Dezembro de 1965. De 13 de Dezembro de 1961 a 24 de Novembro de 1966
  • 1957 a 1961 Fioravante Iervolino – Eleição direta De 13 de Dezembro de 1957 a 13 de Dezembro de 1961
  • 1953 a 1957 Rinaldo Poli – Eleição direta. De 13 de Dezembro de 1953 a 13 de Dezembro de 1957
  • 1952 a 1953 Antônio Prátici – Nomeado pelo Governo do Estado. De 31 de Janeiro de 1952 a 13 de Dezembro de 1953
  • 1948 a 1952 Fioravante Iervolino – Nomeado pelo Governo do Estado. De 4 de Setembro de 1948 a 3 de Janeiro de 1952
  • 1947 a 1948 Dr. Olivier Ramos Nogueira – Nomeado pelo Governo do Estado. De 12 de Julho de 1947 a 4 de Setembro de 1948.
  • 1947 João Mendonça Falcão – Nomeado pelo Governo do Estado. De 9 de Abril de 1947 a 12 de Julho de 1947
  • 1945 Vasco Elídio Egidio Brancaleoni – Nomeado interinamente pelo governo do Estado
  • 1945 a 1947 Dr. Heitor Maurício de Oliveira – Nomeado pelo Governo do Estado. De 23 de Maio de 1945 a 25 de Março de 1947
  • 1945 Gentil Bicudo Contador – Nomeado interinamente pelo Governo do Estado, durante a enfermidade e morte de José Maurício de Oliveira. De 9 de Janeiro de 1945 a 23 de Maio de 1945.
  • 1940 a 1945 José Maurício de Oliveira – Nomeado pelo Governo do Estado em 19 de Dezembro de 1940, tomou posse no mesmo dia
  • 1940 Gentil Bicudo Contador – Nomeado interinamente face à exoneração do Major José Moreira Matos.
  • 1938 a 1940 Major José Moreira Matos – Nomeado pelo Governo do Estado. De 21 de Julho de 1938 a 19 de Dezembro de 1940
  • 1938 Gentil Bicudo Contador – Nomeado interinamente para substituir Guilhermino Rodrigues de Lima, pela sua demissão. De 11 de Julho de 1938 a 21 de Julho de 1938
  • 1936 José Saraceni – Nomeado interinamente para substituir Guilhermino Rodrigues de Lima, pelo Secretário da Justiça De 26 de Fevereiro de 1936 a 13-31936
  • 1936 Gentil Bicudo Contador – Nomeado pelo Governo do Estado durante licença de Guilhermino Rodrigues de Lima. De 14 de Fevereiro de 1936 a 26 de Fevereiro de 1936
  • 1933 a 1938 Guilhermino Rodrigues de Lima – Nomeado pelo Governo do Estado. De 2 de Setembro de 1933 a 11 de Julho de1938.
  • 1933 Carlos Panadês – Funcionário mais graduado da prefeitura, recebeu o cargo do seu irmão, até então prefeito, Ariovaldo Panadés, pela demissão deste. De 31 de Agosto de 1933 a 2 de Setembro de 1933
  • 1932 Dr. Alfredo Ferreira Paulino Filho – Nomeado interinamente pelo Governo do Estado, para substituir Ariovaldo Panadés, em seu impedimento. De 23 de Outubro de 1932 a 23 de Novembro de 1932.
  • 1931 a 1933 Major Ariovaldo Panadês – Nomeado pelo Governo do Estado. De 11-41931 a 31 de Agosto de 1932
  • 1931 Dr. Alberto Cardoso de Melo – Nomeado pelo Governo do Estado. De 21 de Janeiro de 1931 a 10 de Abril de 1931.
  • 1930 a 1931 Delezino de Almeida Franco – Empossado pela Junta Revolucionária, por indicação do Partido Democrático. De 11 de Novembro de 1930 a 21 de Janeiro de 1931.
  • 1930 João Eduardo da Silva – Vitoriosa a Revolução de 30, em nome da mesma empossou-se no cargo, exigindo a imediata renúncia de José Maurício de Oliveira, o que veio a acontecer. De 25 de Outubro de 1930 a 10 de Novembro de 1931.
  • 1919 a 1930 José Maurício de Oliveira Sobrinho – Escolhido durante um decênio, sucessivamente, pela Câmara.
  • 1917 a 1919 Zeferino Pires de Freitas – Escolhido pela Câmara
  • 1915 a 1916 Felício Antônio Alves – Escolhido para substituir o capitão Gabriel. Indicação confirmada em 7 de Janeiro de 1916.
  • 1908 a 1915 Capitão Gabriel José Antônio – Escolhido pela Câmara. A partir de então a titularidade do Executivo passava a denominar-se Prefeito. Reeleito várias vezes. Faleceu durante o mandato.
  • 1906 a 1907 Capitão João Teófilo de Assis Ferreira Intendente – Escolhido pela Câmara
  • 1902 a 1906 Dr. Leonardo Valtardi – Eleito vereador em 30 de Julho de 1902, em 14 de Agosto de 1902 era escolhido Intendente pela Câmara.
  • 1896 a 1902 Capitão João Francisco da Silva Portilho – Intendente – Escolhido pela Câmara e reeleito pelo Legislativo por várias vezes. Renunciou.
  • 1894 a 1896 Lúcio Francisco Pereira Intendente – Escolhido pela Câmara
  • 1891 a 1894 Advento da República, o Governo Provisório nomeou 4 intendentes: Vicente Ferreira de Siqueira Bueno, Felício Marcondes Munhoz, Antônio Dias Tavares e Luiz Dini. E para presidi-los, Vicente Ferreira de Siqueira Bueno
  • 1890 a 1891 Antônio José de Siqueira Bueno – Interino – Escolhido pela Câmara
  • 1881 a 1890 Capitão Joaquim Francisco de Paula Rabello – Intendente – Escolhido pela, Câmara. Foi o primeiro Chefe do Executivo guarulhense.

Fonte: Wikipédia

Diferenças entre o Voto Branco e o Voto Nulo

Voto nulo e Voto em Branco

Em época de eleições, essa é uma dúvida que aflora em muitos, mas a maioria nem se preocupa em saber a resposta. Ainda mais com tanta gente falando que “votar é importante”, é uma “demonstração de cidadania”, “exercer seu direito de escolha”. No entanto, os votos branco e nulo não deixam de ser também uma forma de escolha.

O voto branco

O voto branco simplesmente é um voto que não vai para nenhum dos candidatos, mas é um voto válido. Ao contrário do que muitos pensam, o voto branco não vai para o candidato com mais votos. Essa é uma crença que surgiu da época dos votos por cédula, quando era fácil fraudar uma cédula em branco durante a contagem para ter o voto de qualquer candidato. O voto em branco registra a vontade do eleitor de não influenciar na decisão, um voto “tanto faz”, de quem não tem preferência mas que se contenta com qualquer candidato.

O voto nulo

Eurico explica sobre voto Branco e Voto nuloO voto nulo tem um papel mais contestador. O voto nulo, ao contrário do branco que significa que qualquer candidato serve, significa que nenhum candidato serve. O voto nulo representa a vontade do eleitor de que nenhum dos candidatos se eleja.
Da mesma forma que um candidato se elege ao conseguir mais de 50% dos votos, se em uma eleição houver mais de 50% de votos nulos, a eleição é anulada e deve ser refeita (dessa vez com outros candidatos).

Existe uma crença por parte da população de que se mais de 50% dos votos forem nulos, a eleição é invalidada e deve ser feita uma nova eleição. Essa crença (da qual eu mesmo fui vítima) foi criada a partir de uma ambigüidade em um artigo do código eleitoral que afirma a nulidade da eleição quando da nulidade de mais de 50% dos votos. Acontece que essa nulidade se refere a votos válidos que venham a ser anulados por fraude ou outro motivo, e não os votos nulos.

Trocando em miúdos

Vemos então que diferente do que as campanhas pregam os votos brancos, e principalmente os nulos representam sim a opinião do eleitor, uma opinião mais acomodada, no caso do branco, ou uma opinião mais radical, no caso do nulo.

Na ocasião em que votos nulos não atinjam 50% (o que normalmente ocorre) Em qualquer situação os votos brancos e nulos têm o papel de aumentar a relevância dos votos válidos. Supondo que 10% da população vote em branco ou anule seu voto, é como se cada voto restante representasse uma fração da população 10% maior.

Exemplificando, em uma população de 150 pessoas com 100 eleitores (nem todos votam), cada voto representa 1,5% da população. Se 20 pessoas (20% dos eleitores) vota em branco, temos 80 votos válidos, e cada voto passa a representar 1,875% da população.

Como vimos, os votos nulos acabam por funcionar como os votos brancos. Isso é uma coisa a se considerar ao escolher o voto nulo. Será que realmente não há candidato que valha ser eleito? Será que não é melhor participar da escolha ao invés de abdicar dela em nome de um protesto vão?

Xingar político virou esporte nacional, mas é bom o povo abrir a cabeça e tentar achar os bons. Repetir frases como “político é tudo ladrão” ou “político nenhum presta” vai melhorar o quê?

Não seja obrigado a votar em quem você não quer no poder!!!

Pesquisa Eleitoral 2012 em Guarulhos

Pesquisa das eleições em Guarulhos 2012

INTENÇÕES DE VOTO MOSTRA QUE ALMEIDA ESTÁ NA FRENTE COM GRANDE VANTAGEM

Intenções de voto nas eleições de 2012 em Guarulhos

Com 38,44% das intenções de voto, o prefeito Sebastião Almeida lidera a disputa que vai escolher o próximo prefeito de Guarulhos.
Este número foi mostrado hoje na primeira pesquisa eleitoral das eleições de 2012 realizada pelo Instituto Opinião e publicada pela Folha Metropolitana.
Ao analisar os resultados, o jornal destaca: “é possível afirmar que a vitória do prefeito Sebastião Almeida ainda no primeiro turno não pode ser um fato descartado”.

Além de estar em primeiro nas intenções de voto, 57% dos entrevistados avaliam que Almeida é o favorito para vencer a disputa e igualmente aprovam o modo
como a cidade está sendo governada durante sua gestão. Instigados a atribuir notas à atual administração, os entrevistados avaliaram o governo com 57% de
notas consideradas ótima, boa e regular positivo e apenas 26% de regular negativo, ruim ou péssimo.

Pesquisa de intenções de voto em Guarulhos 2012

A pesquisa também revelou que o Partido dos Trabalhadores é o preferido dos guarulhenses. Depois de 12 anos de administração na cidade,
o PT tem aprovação de 35,61% dos eleitores – 41% ainda afirmam que votariam no partido se a escolha fosse apenas pela sigla, por causa também da alta
aprovação do ex-presidente Lula e da atual presidenta Dilma Rousseff.

Com 20% a menos das intenções de voto, o candidato do PSDB Carlos Roberto ficou em segundo lugar, seguido de Jovino Cândido do PV (11,92),
Alan Neto do DEM (8,52), Ederaldo Batista do PSOL (3,41), Wagner Freitas do PP (2,68) e Joel Paradella do PSTU (0,49).
Contudo, quando perguntados sobre a segunda intenção de voto houve empate técnico entre três candidatos: Alan Neto e Carlos Roberto ficaram
com 15,82 e Jovino Cândido com 15,57.

Haverá debate na Televisão com os candidatos a prefeito de Guarulhos

Haverá debate dos candidatos a prefeito na TV Band
Inédito debate também poderá ser acompanhado ao vivo pelo Portal da Band neste sábado, a partir das 10 horas
 
Da BAND
 

A Band inova mais uma vez e realiza nos próximos sábados debates entre os candidatos a prefeito nas grandes cidades da região Metropolitana de São Paulo.

 
O primeiro deles será já neste sábado, dia 11, a partir das 10 horas, com os candidatos à prefeitura de Guarulhos – o Portal da Band também vai transmitir o debate ao vivo.
 
Estarão presentes no estúdio da Band: Alan Neto (DEM), Carlos Roberto (PSDB), Ederaldo Batista (PSOL), Jovino Cândido (PV), Sebastião Almeida (PT) e Wagner Freitas (PP).
 
O debate terá cinco blocos. No primeiro, todos os candidatos responderão uma pergunta da produção. Os concorrentes poderão fazer perguntas entre si no segundo e quarto blocos.
 
O terceiro bloco terá a participação de perguntas de jornalistas da casa. Já o quinto e último bloco conta com as considerações finais dos candidatos.
 
Depois de Guarulhos, a próxima cidade a participar do debate na Band será Osasco, no dia 18.

Alternativas para fugir do Trevo de Bonsucesso Guarulhos

Existe outros lugares além do trevo de Bonsucesso Guarulhos

Estrada alternativa para a Dutra está abandonadaLigação desafogaria o tráfego no acesso pela Avenida Santos Dumont, evitando congestionamentos

LUCILENE OLIVEIRA
Daniela Souza/Diário SP
Estrada alternativa para a Dutra estáMorador mostra placa de indicação da rua solta

A Estrada Velha de Guarulhos–São Miguel, em Guarulhos, na Grande São Paulo, é uma boa alternativa de caminho para facilitar o acesso entre as rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna, mas a via não possui pavimentação e infraestrutura, o que deixa motoristas com medo de passar pelo local. O trajeto, utilizado principalmente por caminhões de cargas pesadas, é, segundo motoristas, intransitável nos dias chuvosos.

A Operação Bairro a Bairro do DIÁRIO esteve nesta quarta (8) na estrada e flagrou caminhoneiros tentando o caminho pela primeira vez.

Eles fugiam do engarrafamento que tomou conta da Dutra por causa da operação padrão dos policiais rodoviários federais. “Saí da Dutra porque lá está impossível, mas nunca mais passo por essa estrada. Está horrível”, disse o motorista Paulo Tadeu Selin, de 41 anos.

O morador Manoel de Souza, que vive no bairro cortado pela estrada há quatro anos, contou que quando chove é comum caminhões atolarem e caírem nos buracos da via. Em casos mais graves, o veículo só consegue desatolar com a ajuda de guindaste. Precário também está o estado da placa que indica o nome da estrada. Presa apenas por um arame no poste, ela sai facilmente.

Apesar dos transtornos, o percurso pela estrada é mais rápido. Segundo motoristas, a economia de tempo chega a até meia hora. Para quem está na Dutra com destino à Ayrton Senna, a outra opção é a Avenida Santos Dumont, que frequentemente fica congestionada. “Por essa rota, consigo fugir do trânsito na Santos Dumont e economizar bastante tempo”, afirmou Mauro Martins, de 51 anos.

URBANIZAÇÃO
Os moradores do bairro Arapongas, que fica ao longo da estrada, não sabem dizer o que é mais pertubador: a poeira nos dias quentes ou a lama causada pela chuva. Todos pedem por urbanização no bairro. Regiane Rodrigues, de 30 anos, também reclama do transporte público da região. “Há dois meses foi colocada uma linha que circula nos bairros Tijuco Preto, Arapongas e Santo Afonso. Mas nós precisamos de uma linha até o centro ou Jardim Cumbica, lugares onde a maioria dos moradores trabalha”, afirmou. A Secretaria de Transportes e Trânsito de Guarulhos informou que a linha em questão é experimental, atende quatro mil usuários e foi implantada no trecho onde os moradores indicaram ser mais necessário. A linha faz ponto-final em uma UBS. O órgão também disse que os passageiros podem usar o Bilhete Único para fazer a integração e chegar no centro ou em Cumbica.

Trecho sem calçada obriga pedestre a circular na rua
Os problemas na Estrada Velha Guarulhos-São Miguel vão além da falta de pavimentação. Moradores também sofrem com a ausência de calçadas. “Os carros não respeitam e passam correndo. Acidente neste trecho é muito comum”, diz a cabeleireira Amanda Pereira dos Santos, de 23 anos.

30 minutos é o tempo que o motorista economiza no caminho alternativo

Prefeitura garante que local terá projeto de melhorias
A prefeitura de Guarulhos informou que a Estrada Velha Guarulhos– São Miguel é a continuação da Estrada Pimentas–São Miguel. Segundo ela, o edital de licitação para a pavimentação e a drenagem da segunda estrada estão sendo concluídos. O mesmo edital prevê o desenvolvimento de projeto para melhorar a infraestrutura da primeira. Os recursos são do PAC e os prazos não foram divulgados.

Como funciona uma eleição, e o coeficiente eleitoral em Guarulhos

Como funciona uma eleição, e o coeficiente eleitoral no Brasi

Em outubro elegeremos prefeito/a e vereadores/as de nosso município e os partidos precisam definir os candidatos e as candidatas. Dirigentes políticos buscam pessoas de prestígio em sua comunidade ou região para se candidatarem à Câmara Municipal. Nesse momento acende-se uma esperança: “se eu trabalhar bem e for eleito vereador, poderei fazer muita coisa por minha cidade”. Ao conversar com amigos e vizinhos, será estimulada a candidatar-se “porque nossa comunidade precisa de representantes honestos e dedicados como você”. A pessoa sabe que não é fácil se eleger mas o político que a convida diz que ela terá todo apoio do partido, inclusive o custeio do material de campanha. Medidos os prós e os contras, a pessoa conclui “não custa tentar: se eu for eleito, ótimo; se não for, terei feito minha parte para a moralização da política”. O que ela não sabe, é que – com a melhor das intenções! – ela talvez ajude a eleger os mesmos políticos que ela critica. É que a eleição para vereador – bem como de deputados estaduais e federais – depende de se obter o quociente eleitoral. Se você, leitor ou leitora, não conhece este ponto da legislação brasileira, leia o texto a seguir para não se deixar enganar por quem maneja o processo para tirar vantagens pessoais.

Muita gente pensa que as vagas na câmara municipal vão para os candidatos mais votados, mas não é bem assim.

A quantidade de vereadores varia entre o mínimo de 9 ao máximo de 55, conforme a população do município. Muita gente pensa que as vagas na câmara municipal vão para os candidatos mais votados, mas não é bem assim. Um candidato pode ser eleito ainda que receba menos votos do que outro, desde que seu partido atinja o quociente eleitoral. Para entender o que significa isso, imaginemos um município com 6.000 eleitores. Destes, 1.500 deixaram de votar, votaram em branco ou anularam o voto. Ficam, então, 4.500 votos válidos. Como a câmara municipal tem 9 vagas, o quociente eleitoral é 500 votos. (Divide-se o número de votos válidos pelo número de vagas). Ou seja, o candidato que obtiver 500 votos ou mais será eleito vereador nesse município.
Acontece que dificilmente um único candidato recebe votos suficientes para chegar ao quociente eleitoral. Aí entra o partido político: soma-se a votação de todos os candidatos do mesmo partido mais os votos dados para a legenda. A cada soma de 500 votos o partido ganha uma vaga para os seus candidatos. Assim, um partido cujos candidatos receberam ao todo 1.500 votos, tem 3 vagas na câmara municipal. Aí, sim, é considerada a votação individual, pois as vagas do partido são distribuídas conforme a votação. Os candidatos mais votados são diplomados vereadores, ficando os seguintes mais votados como 1º, 2º e 3º suplentes. Já o partido que não tiver pelo menos 500 votos fica sem representantes na câmara municipal. Para preencher as últimas vagas, o número de votos necessários pode ser inferior ao quociente eleitoral. São as “sobras” que vão para os partidos que tenham feito no mínimo um vereador.
Agora vem um detalhe muito importante da lei: ela permite que um partido apresente um número de candidatos até 1,5 vezes superior ao de vagas. No caso das coligações de dois ou mais partidos o número de candidatos pode ser até 2 vezes maior do que as vagas em disputa. Em nosso exemplo, para uma câmara com 9 vereadores, cada partido pode ter 14 candidatos, e cada coligação pode ter 18 candidatos. Isso explica por que os partidos lançam tantos candidatos: quanto mais votos eles trazem, mais chance tem o partido ou coligação de atingir o quociente eleitoral e eleger os candidatos com maior votação individual. E quem serão eles: as lideranças de comunidade, ou políticos profissionais, experientes nas artimanhas eleitorais?
Este é o sistema eleitoral brasileiro. Está em pauta uma Reforma política que proíba coligações em eleições proporcionais. Mas como ela ainda não foi feita, esta é a lei que regerá as próximas eleições, gostemos ou não gostemos dela.

Entenda o que é coeficiente eleitoral

Se você pensa em candidatar-se a vereador/a, ou quer apoiar a candidatura de alguém que você considera merecedor do seu voto, tenha em mente o quociente eleitoral. Se seu candidato não for eleito, sua votação ajudará a eleger outro candidato do mesmo partido ou da mesma coligação. Se esse outro candidato tem o mesmo ideário político e obedece as normas do partido, você terá ajudado a eleger um vereador semelhante ao seu candidato. De certa maneira, será também vitorioso na eleição.

Mais frequente, porém, é a derrota e a frustração de pessoas bem-intencionadas mas desinformadas. Ao se apresentarem como candidatas, elas mobilizam familiares, amigos e vizinhos para a campanha. Terminadas as eleições, elas percebem que sua votação só serviu para engordar o quociente eleitoral do partido ou da coligação… Descobrem, tarde demais, que eram apenas “candidatos alavancas”.
É evidente que os cristãos leigos e leigas podem e devem participar de campanhas eleitorais, mas é preciso que essa participação tenha em conta as regras do processo eleitoral e os propósitos da candidatura. Voto para vereador/a não se “perde”, porque conta como legenda para o partido escolhido. Não esquecer que o voto vai primeiro para o partido e só depois para o candidato.

Clique no link em azul abaixo e veja um exemplo parecido:

http://migre.me/9xEW0

Teste o seu entendimento

Agora que você já conhece as regras do processo eleitoral, aplique seu conhecimento à realidade do seu município. Acesse a página do TSE: http://www.tse.jus.br/. Faça uma pesquisa e responda:
1. Quantos eleitores tem seu município? Qual é o número de vereadores? Dividindo um pelo outro, você saberá qual é o quociente eleitoral.
2. Veja nas eleições de 2008 qual foi a votação dos candidatos eleitos. Algum deles atingiu o quociente eleitoral? Quantos votos individuais teve o mais votado? E o menos votado? Quantos foram eleitos por coligações, e quanto por partidos?
3. Convide outras pessoas a refletirem com você sobre esses números, para avaliarem as chances reais de eleger seu candidato a vereador em 2012. Assim você e sua comunidade poderão fazer diferença nas eleições municipais deste ano. Vamos lá!

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Entenda o sistema eleitoral, o que é coeficiente e coligações

Você sabe como funciona o nosso sistema eleitoral? Sabe por que um candidato a vereador que teve menos votos que outro pode chegar a ser eleito? Por que na sua cidade não tem segundo turno? Por que são feitas as coligações?

Essa são algumas dúvidas de muitas pessoas do nosso país. Não é de se admirar, pois o sistema adotado no Brasil é um pouco complexo e envolve além de operações matemáticas, interesses partidários que podem confundir a cabeça qualquer cidadão. Pois bem, vamos entender como são feitas nossas eleições.

O nosso país adotou dois sistemas de votos, o Majoritário e o Proporcional. O Majoritário é aquele usado nas eleições para Presidente, Senador, Governador e Prefeito. Nesse sistema o candidato que tiver mais de 50% dos votos válidos é o eleito. Vale frisar que nas cidades que tiverem mais de duzentos mil eleitores, nas eleições para presidente e para governador, se o candidato não alcançar os 50% + 1 dos votos válidos será realizado o segundo turno com os dois mais votados, sendo eleito o mais votado.

O sistema proporcional é aquele utilizado nas eleições dos Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores. Esse sistema gera grandes dúvidas, pois considera os votos que o partido ou legenda partidária obteve na eleição. O preenchimento das vagas nas casas legislativas (câmaras de vereadores, câmara dos deputados e assembléia estadual) ocorre através de processo simples, onde primeiro se apura o quociente eleitoral e posteriormente o quociente partidário para se chegar a um primeiro resultado do numero de cadeiras que cada partido terá direito na respectiva casa legislativa.

O quociente eleitoral se encontra dividindo-se o número de votos válidos pelo numero de cadeiras colocadas em disputa para serem preenchidas. Por exemplo, se na cidade tem 8.000 eleitores e 10 cadeiras na câmara de vereadores, o quociente eleitoral, ou o numero de votos necessários para que o partido político obtenha uma cadeira será o resultado da divisão de 8.000 por 10, que será igual a 800. Portanto a cada 800 votos o partido obterá uma cadeira.

O quociente partidário encontrar-se-á através da divisão do número de votos que o partido obteve, suponhamos 2.400, pelo quociente eleitoral que é 800. Temos então que este partido obteve 3 cadeiras na câmara que será preenchida pelos seus candidatos mais votados. Por isso, alguns candidatos com menos votos são eleitos, ou seja, para que completem as cadeiras obtidas pelo seu partido.

A partir daí, surgiram as Coligações que são a união de partidos para que funcionem como se fossem apenas um. Neste caso os votos da legenda serão divididos pelo quociente eleitoral (no exemplo foi 800 votos), dando assim mais chances a partidos pequenos.

Atualmente existe uma grande discussão acerca desse sistema, pois como pudemos entender os votos do partido é que determinam o número de cadeiras e não os votos do candidato eleito. A partir de então se determinou que a cadeira pertence ao partido, não podendo mais o Vereador mudar de partido depois de eleito, sob pena de perder seu mandato, já que a fidelidade partidária deve ser entendida como um princípio básico eleitoral.

Enfim, muitos criticam o nosso sistema eleitoral alegando que ele não é tão justo quanto parece. Nos resta entendê-lo e aguardar soluções. Então, quando for votar no seu vereador procure entender os programas do seu partido e o mais importante, cobre e fiscalize quando for eleito.

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